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5 de outubro de 2020

O impacto da Terapia de Bowen na Capsulite Adesiva

Já ouviu falar em Capsulite Adesiva ou em “Síndrome do ombro congelado”?

Vamos conhecer mais sobre esta patologia e como a Terapia de Bowen pode contribuir para a melhoria dos sintomas que apresenta.

Capsulite Adesiva - O que é?

Capsulite Adesiva ou simplesmente “Ombro congelado” é uma enfermidade de causa desconhecida, que se caracteriza por uma dor intensa, predominantemente noturna e por uma restrição progressiva da mobilidade do ombro.

Qual a origem e como surge a Capsulite Adesiva?

A articulação do ombro é envolvida por uma membrana (cápsula articular). Esta estrutura assume especial importância pois permite a mobilidade articular, mas também a sua estabilidade estrutural. 

A capsulite Adesiva é provocada por uma inflamação da cápsula que reveste a articulação escapulo-umeral. Também está associada à fibrose e rigidez desta cápsula. Ou seja, a cápsula articular, que é uma membrana flexível e elástica, torna-se espessa e rígida. 

Por conta disto, esta condição pode provocar dor aguda. Além disso, pode provocar também uma limitação funcional do ombro, muito relevante, em especial a rotação interna e externa. Com efeito, pacientes de capsulite adesiva podem enfrentar longos períodos de dor progressiva, rigidez e incapacidade.

Como obter o diagnóstico

Por se tratar de um quadro que acomete a região do ombro, o diagnóstico deve ser feito por um médico ortopedista. 

Através de exame clínico e recorrendo a exames auxiliares, o especialista procede com uma análise completa do quadro a fim de concluir se é mesmo Capsulite Adesiva. Os exames mais solicitados para esse tipo de investigação são a ressonância magnética, a radiografia e a tomografia axial computadorizada. 

Porém, é importante perceber que a ressonância magnética pode não ser capaz de identificar o ombro congelado quando este estiver nas fases iniciais. 

Principais sintomas da Capsulite Adesiva

São diversos os sintomas que podem acometer quem sofre com esta condição. Porém, os mais comuns são as dores localizadas nos ombros. Estas dores podem ser relacionadas à traumas ou podem ser espontâneas, sem associação à traumas anteriores. 

Além disso, é habitual que o paciente sinta desconforto e dor mesmo quando em repouso, em especial no período da noite. Outro sintoma comum à este quadro é a limitação na mobilidade do ombro. Esta limitação ocorre em todas as direcções e amplitudes, em especial nos graus finais do movimento.

Causas associadas

A relação entre a Capsulite Adesiva e traumas (como quedas, pancadas ou acidentes) ou imobilização prolongada do ombro, já é conhecida. Todavia, o ombro congelado também pode estar relacionado à doenças sistêmicas que nada tem a ver com a articulação. 

Destas doenças, podemos citar as mais comuns, que são: 

  • Distúrbios hormonais (problemas de tireóide ou Diabetes mellitus);
  • Hérnia cervical;
  • Problemas cardíacos;
  • Diabetes;
  • Doenças cardiovasculares;

Além disso, a capsulite adesiva também pode se apresentar como uma doença idiopática. Ou seja, pode ser um problema que surge sem que se consiga identificar uma causa clara. 

Dessa forma, não se sabe exatamente qual é o mecanismo fisiopatológico que leva à formação deste quadro. Apesar disso, já estabeleceu-se alguns fatores de risco que podem influenciá-lo. São eles: 

  • Idade acima de 50 anos;
  • Cirurgias (não necessariamente do ombro);
  • Doenças autoimunes;
  • Doença de Parkinson;
  • AVC;
  • Etc.

A Terapia de Bowen e o tratamento de Capsulite Adesiva

Através de movimentos delicados e suaves em pontos chave do corpo, a Terapia de Bowen induz um relaxamento profundo no paciente. Dessa forma, esta terapia pode ser uma excelente aliada no tratamento da Capsulite Adesiva. 

Ao realizar os movimentos certos no músculo deltóide, o terapeuta liberta a tensão acumulada no local e provoca um notável alívio da dor logo na primeira sessão. A experiência mostra que Terapia de Bowen tem sucesso no tratamento desta condição. 

A reacção à terapia está condicionada à circunstância de cada pessoa, mas a maioria dos pacientes obtêm alívio da dor logo após a primeira sessão, sendo que, normalmente são necessárias 4 a 6 sessões para resultados duradouros.

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